terça-feira, 15 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Mary Celeste o Navio Fantasma
Em novembro de 1872, mais precisamente no dia 7, um navio chamado de Mary Celeste, zarpou do porto de Nova York com destino a Gênova, Itália. Dez pessoas compunham a tripulação, que tinha como capitão Benjamin Briggs, junto dele viajavam sua filha e sua mulher.
Dias depois de partir, o Mary Celeste foi avistado por outro navio, próximo a Açores, local por qual ele já deveria ter passado dias atrás. Por isso os tripulantes do Dei Gratia abordaram o navio na tentativa de ajudá-lo caso houvesse algum problema.
Contudo, quando já estavam dentro da embarcação, descobriram algo intrigante: a tripulação havia sumido, sem deixar rastros. Segundo o relato dos marujos que encontraram o navio, ele parecia estar em perfeita condições, apenas com algumas avarias pequenas, tais como: relógio parado, compasso destruído e um pouco de água no convés.
Os dois fatos mais intrigantes do sumiço foram: arranhões e algumas gotas de sangue em um corrimão e uma espada enferrujada encontrada embaixo da cama do capitão.
Pacientemente, Deveau explicou, no entanto, que sob o convés tudo estava em perfeita arrumação. Poderia Briggs ter entrado em pânico durante uma tempestade e ordenado que os escaleres do veleiro fossem lançados à água? Havia poucos indícios capazes de provar tal coisa... na cabine do capitão tudo se encontrava tão arrumado como seria de esperar que estivesse na mesa de pequene-almoço de um cavalheiro. O capitão tinha até cortado, com toda a precisão, o seu ovo escalfado, que ficara por comer, em cima da mesa, no prato.
Contudo, a questão que os investigadores consideraram mais intrigante foi a seguinte: como conseguiria o Mary Celeste manter o seu rumo, sem tripulação e durante dez dias, percorrendo quinhentas milhas? Quando o Dei Gratia alcança o navio misterioso, Morehouse tinha as velas viradas para bombordo, mas o outro barco tinha-as para estibordo. Era inconcebível, foi dito no inquérito, que o Mary Celeste pudesse ter feito aquele percurso com as velas colocadas desse modo. Alguém devia ter permanecido no barco durante vários dias, depois do último registro no livro de bordo...
Teorias sobre o desaparecimento da tripulação existem aos montes, que vão desde piratas,lulas gigantes,tubarões e até vazamento de álcool dos barris que estavam sendo transportados, mas o que fez com que 10 pessoas sumissem e jamais fossem encontradas novamente ainda é um mistério dos mares.
Tripulantes
| Nome | Ocupação | Nacionalidade | Idade |
|---|---|---|---|
| Benjamin Briggs | Capitão | Americano | 37 |
| Albert C. Richardson | 1º oficial | Americano | 28 |
| Andrew Gilling | 2º oficial | Dinamarquês | 25 |
| Edward W. Head | Cozinheiro | Americano | 23 |
| Volkert Lorenson | Marinheiro | Alemão | 29 |
| Arian Martens | Marinheiro | Neerlandês | 35 |
| Boy Lorenson | Marinheiro | Alemão | 23 |
| Gotlieb Gondeschall | Marinheiro | Alemão | 23 |
Passageiros
| Nome | Notas | Idade | ||
|---|---|---|---|---|
| Sarah Elizabeth Briggs | Esposa do capitão | 31 | ||
| Sophia Matilda Briggs | Filha do capitão | 2 |
O Mistério é tão famoso que exitem vários livros com teorias, histórias e explicações e até mesmo um jogo para pc.
Sinopse:
The Mystery Of The Mary Celeste - Jogos de medo
Assuma o papel de Mary Morehouse, a descobridora que encontrou o Mary Celeste abandonado. Se faça juntar aos convidados tripulação do Mary Celeste II em sua viagem inaugural. Mal o navio desatraca da doca rola uma série de acontecimentos bizarros e cabe a Mary descobrir como se salvar do navio amaldiçoado. Explore as misteriosas teorias por trás do desaparecimento do primeiro Mary Celeste e tente evitar o mesmo destino. Navegue os mares nesta fantasmagórica aventura a bordo do Mary Celeste II.forgetthefear.com
HISTÓRIA DA LANTERNA JACK O '

Todo mês de outubro, abóboras esculpidas espiar a partir de varandas e porta nos Estados Unidos e outras partes das frutas alaranjadas world.Gourd-como inscritos com rostos macabro e iluminadas por velas são um sinal certo da temporada Halloween. A prática de decorar "jack-o'-lanternas" -o nome vem de um conto popular irlandesa sobre um homem chamado Jack picante-originado na Irlanda, onde grandes nabos e batatas servido como uma tela inicial. Os imigrantes irlandeses trouxeram a tradição para a América, a casa da abóbora, e tornou-se parte integrante das festividades do Dia das Bruxas.

THE LEGEND OF "STINGY JACK"
As pessoas têm vindo a fazer jack-o'-lanternas em Halloween por séculos. A prática originou de um mito irlandês sobre um homem apelidado de "Stingy Jack." De acordo com a história, Stingy Jack convidou o diabo para tomar uma bebida com ele. Fiel ao seu nome, Stingy Jack não queria pagar a sua bebida, então ele convenceu o Diabo para se transformar em uma moeda que Jack poderia usar para comprar as suas bebidas. Uma vez que o diabo fez isso, Jack decidiu manter o dinheiro e colocá-lo no bolso ao lado de uma cruz de prata, o que impediu o Diabo de mudar de volta em sua forma original. Jack finalmente libertou o Diabo, sob a condição de que ele não se incomodaria Jack por um ano e que, se Jack morrer, ele não iria reclamar sua alma. No ano seguinte, Jack novamente enganou o diabo em escalar em uma árvore para pegar um pedaço de fruta. Enquanto ele estava em cima da árvore, Jack esculpiu um sinal da cruz na casca da árvore para que o diabo não poderia vir para baixo até que o Diabo prometeu Jack não incomodá-lo por mais dez anos.

Logo depois, Jack morreu. Como diz a lenda, Deus não permitiria que uma figura tão repugnante para o céu. O Diabo, chateado com o truque Jack tinha jogado em cima dele e manter sua palavra não reivindicar sua alma, não permitiria que Jack no inferno. Ele enviou Jack para dentro da noite escura, com apenas um carvão em brasa para iluminar seu caminho. Jack colocar o carvão em um nabo esculpido-out e foi vagando pela Terra com até hoje. O irlandês começou a se referir a esta figura fantasmagórica como "Jack da Lanterna", e, em seguida, simplesmente "Jack O'Lantern".


Na Irlanda e na Escócia, as pessoas começaram a fazer suas próprias versões de lanternas de Jack por esculpir rostos assustadores em nabos ou batatas e colocá-los em janelas ou perto de portas para espantar Stingy Jack e outros maus espíritos errantes. Na Inglaterra, beterrabas grandes são usados. Imigrantes desses países trouxe a tradição jack o'lantern com eles quando veio para os Estados Unidos. Eles logo descobriram que as abóboras, uma fruta nativa para a América, tornar perfeitos jack-o'-lanternas.history.com

A Origem do Halloween
Contrariamente a alguma opinião popular, a origem do Halloween pouco tem a ver com os Estados Unidos.
Foi há cerca de uns 2000 anos atrás que o povo celta de França e das Ilhas Britânicas começou com a tradição do Halloween.
Para esses povos o último dia de Outubro era comemorado como o feriado de Samhain, pois era considerado como o último dia de Verão e o início do Ano Novo Céltico.
Essa comemoração celebrava também outros aspectos da sociedade de então, tais como o final da última colheita do ano, o início do armazenamento de alimentos para o inverno, o retorno dos rebanhos dos pastos e o período de renovação das suas leis. Esse feriado era também conhecido como La Samon e como Festa do Sol.
Curiosamente o nome que perdurou até hoje foi o nome usado pelos escoceses, ou seja, Hallowe’en.
A principal lenda celta ligada a esta festividade, relatava que naquele dia todos os espíritos das pessoas que haviam morrido durante esse ano, voltariam em busca de corpos vivos para os possuírem e assim viverem no ano seguinte.
Esta crença tinha por base o facto do povo celta acreditar em todas as leis de espaço e tempo, pelo que achavam que era permitido que os mundos dos vivos e dos mortos se misturassem um com o outro, até porque, para eles, era considerada como a única forma de existência de vida após a morte.
Mas, como é natural, os vivos não queriam ser possuídos pelos espíritos dos mortos e assim, quando chegava a noite do dia 31 de Outubro, apagavam as tochas e as fogueiras das suas casa para que elas se tornassem frias e desconfortáveis e vestiam fantasias para de seguida desfilarem de forma ruidosa pelas ruas, sendo tão destrutivos quanto possível, com o único intuito de assustarem os espíritos que buscavam corpos para possuir.
O povo romano chegou a adoptar esta prática celta, mas cerca de um século depois de Cristo acabaram por a abandonar.
A designação de “Dia das Bruxas” nasceu nos Estados Unidos, quando em 1840 os costumes do Halloween foram para lá levados pelos emigrantes irlandeses.
A engraçada brincadeira de “doces ou travessuras” foi adaptada de um costume europeu do século IX, chamado de “souling” (almejar).
Os cristãos tinham o hábito de, no feriado religioso de 2 de novembro, conhecido como o Dia de Todos os Santos ou Dia das Almas, andarem de terra em terra a pedir “soul cakes”, (bolos de alma), que nada mais eram que pequenos quadrados de pão com groselha. E para cada bolo de alma oferecido, a pessoa que o recebia rezava uma oração por um familiar morto do doador. E porque se fazia isto? Porque se acreditava que com esta prática as almas que ainda permaneciam no limbo eram ajudadas a ir para o céu.
Um dos outros hábitos do Halloween e provavelmente o seu maior símbolo actual, é a abóbora com uma vela acesa no seu interior. Acredita-se que esta imagem teve origem no folclore irlandês e na história de Jack-O’-Lantern, embora na história original se usem nabos e não abóboras.
Também não há Halloween sem referência às bruxas. A sua relação com ele é fortíssima. Reza a lenda que as bruxas tinham duas reuniões festivas anuais: a primeira no dia 30 de Abril e a segunda no dia 31 de Outubro.
Chegavam ao local da festa em vassouras voadoras, transformavam-se em outros seres e atiravam feitiços e maldições às pessoas. Tudo isto causava um alvoroço enorme.
Imagem típica de uma bruxa na sua vassoura e com o seu gato preto
Era comum acreditar que quem quisesse ter contacto com uma bruxa deveria vestir a roupa do avesso e caminhar de costas durante a noite de Halloween. Se cumprisse com isso, quando chegasse a meia-noite apareceria uma bruxa.
Hoje em dia são as crianças e adolescentes quem mais usufrui do Halloween. Com a ajuda dos pais e amigos, vestem fantasias mais ou menos assustadoras e andam de porta em porta na vizinhança a exclamar a célebre frase “doçura ou travessura”. E lá terminam a noite de 31 de Outubro com sacos e cestas recheadas de chocolates, rebuçados e outras guloseimas.origemdascoisas.com
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